quarta-feira, 24 de junho de 2009

VERBO TO BE NO PASSADO

AFIRMATIVE FORM

I was (eu era ,eu estava)
you were ( você era ,você estava)
he was (ele era ,ele estava)
she was (ela era, ela estava)
it was (ele(a) era, ele(a) estava)
we were (nós éramos, nós estávamos)
you were (vocês eram, vocês estavam )
they were (eles(as) eram ,eles(as) estavam).

NEGATIVE FORM

Usam-se as formas negativas wasn’t (was not) para I,he,she,it e weren’t( were not) para as demais pessoas.

I wasn’t
you weren’t
he wasn’t
she wasn’t
it wasn’t
we weren’t
you weren’t
they weren’t.

INTERROGATIVE FORM

As perguntas se formam com a anteposição do verbo to be ao sujeito.

was I …?
were you…?
was he…?
was she…?
was it…?
were we…?
were you…?
were they…?.

EXEMPLOS
Where were you? (Onde você estava?)
Was she home?(Ela estava em casa?)
He wasn’t there. (Ele não estava lá.)
When I was a child, I was very naughty.(Quando eu era criança, eu era muito levado.)
You were happy. (Você estava feliz.)
Were you at the party? ( Você estava na festa? )
Yes, I was.(Sim, estava.)No, I wasn’t. (Não, não estava).

NOTE:
O passado de are é were e o passado de is é was.
O passado de am é was.

terça-feira, 23 de junho de 2009

DICAS PARA ESTUDAR NO EXTERIOR


Dicas práticas de quem já foi para quem vai... Estudar no Exterior
Faça a reserva do curso com muita antecedência, para facilitar o pagamento e se preparar para a mudança.
Não vale a pena achar um curso de idioma por conta própria. As agências realmente facilitam tudo, ajudam na escolha da escola e do curso de acordo com seu perfil, intermedeiam todo o processo de inscrição (incluindo os pagamentos no exterior), dão apoio em caso de problemas e além disso conhecem as escolas e os preços são tabelados.
Não leve bagagem demais. Lembre-se de que é você quem vai carregá-la o tempo todo e que vai acabar comprando mais coisas enquanto estiver lá. No fim da viagem, o excesso vai custar muito caro.Não saia do Brasil sem um plano de assistência medica internacional, que custa em média US$100 para 30 dias de cobertura. Lá fora, qualquer atendimento médico custa uma fortuna.
Carteirinha internacional de estudante também é indispensável, além de ser um documento importante, dá descontos em praticamente tudo.
Combinar o útil ao agradável
Não adianta dizer que você precisa fazer um curso de inglês (ou qualquer outro idioma) no exterior e sair correndo pra contratar o programa sem pensar muito sobre o que realmente você quer e o que você precisa.
Combinar o útil ao agradável, já é um excelente começo.
Para transformar uma temporada de estudos no exterior em uma experiência que realmente valha a pena, você deve começar escolhendo o local onde quer estudar. Para isso vários fatores devem ser analisados com calma para garantir o investimento, o tempo, a oportunidade e a sua satisfação.Tente imaginar os motivos que o fazem escolher uma cidade na Europa, na Ásia, na Oceania ou na America do Norte. Deve considerar também a cultura e costumes, o clima, o tipo de curso e sua duração, o tamanho da cidade e sem dúvida, os custos que a combinação de tudo isso pode resultar no seu bolso.
Idioma
Caso tenha intenção de aperfeiçoar uma língua estrangeira, a escolha do país estará diretamente ligada ao idioma que você quer aprender. Assim, se seu interesse é pelo inglês, poderá considerar um enorme leque de opções para os EUA, Canadá, Inglaterra, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Malta. Para quem quer aprender espanhol, ficará entre a Espanha, Cuba, México, Argentina ou outro país latino-americano. Se a idéia é o francês, as melhores opções estão na França e no Canadá, especialmente a província de Quebec, que está cheia de escolas de francês para estrangeiros.Importante: procure sempre saber se as escolas são registradas e certificadas em algum orgão educacional local ou organizações e associações internacionais, isso confirma a qualidade de ensino e seus serviços.
Tipos de cursos
Algumas pessoas querem simplesmente aprender um idioma, pois percebem a necessidade de serem, no mínimo independentes durante uma viagem de turismo. Outras vivem as exigências do mercado de trabalho que o obrigam a manter-se atualizado. Ou estudantes universitários que precisam aperfeiçoar um idioma combinando atividades nas suas áreas de atuação. E aqueles que sonham com uma experiência de estudos convivendo de perto com a cultura de um povo. Para quem quer fazer um curso de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado ou qualquer curso que seja ministrado em outro idioma, é imprescindível antes da matrícula, já possuir dominio do idioma, comprovando através de exames específicos. Caso ainda não tenha otimo dominio, a sugestão é que se matricule antes em um curso de idiomas. Geralmente as escolas de idiomas costumam encaminhar os alunos para outros cursos, uma vez que ja tenham atingido o nível necessário exigido pelas universidades. Algumas universidades possuem curso de idioma para preparar os alunos.Os Estados Unidos são muito procurados por intercambistas, já que suas escolas - High School são bem conceituadas. O Reino Unido, Canadá e Austrália também são bons destinos para os estudantes secundaristas.Quem vai fazer graduação ou pós deve identificar se o país possui boas escolas no campo de estudos de seu interesse. Por exemplo, a Suiça, é reconhecida pelas excelentes escolas de hotelaria e gastronomia, enquanto a França e a Itália contam com renomadas escolas de artes e humanidades. Os Estados Unidos por sua vez, são o local ideal para quem quer estudar física, computação, matemática e ciências de forma geral.
Custos
Para não colocar o "carros na frente dos bois", antes de escolher o destino, coloque no papel quanto pode gastar. Além dos custos de passagem aérea, acomodação e taxas da escola, você precisará de dinheiro para sua alimentação, transporte, passeios e excursões extras, afinal o 'agradável ' também faz parte do programa.Com a forte valorização do Euro nos últimos tempos, fazer um curso na França, na Espanha ou na Itália , não sai nada barato. Por isso, para quem quer estudar inglês, o Canadá e a África do Sul são alternativa bem mais em conta que o Reino Unido - até mesmo que os Estado Unidos. Isso também ocorre com cursos de espanhol na Argentina, devido ao baixo custo de vida atual.
Trabalho enquanto estuda
Se você quer trabalhar enquanto estuda, sem se preocupar com a imigração, os Países que permitem oficialmente que estudantes trabalhem durante o período de estudo, geralmente até 20 horas semanais, são: Austrália (para cursos superior a 14 semanas), Inglaterra (para cursos superiores a 28 semanas) e Irlanda (para cursos superiores a 25 semanas) e Nova Zelândia (para cursos superiores a 6 meses, desde que o aluno já tenha conhecimento de inglês equivalente a 5.0 IELTS). Dentre estes Países, apenas a Irlanda e a Nova Zelandia não possuem muita burocracia em relação a concessão de visto para estudantes Brasileiros. Mas é importante ter cuidado com escolas muito baratas. Por exemplo, existem algumas escolas que estão com número excessivo de Brasileiros, o que dificulta o aprendizado, outras colocam mais de 20 alunos por turma. Lembre-se portanto que, nem sempre o mais barato vai ser a melhor opção. Alem destes Países, o Canada também permite que estudantes inscritos em programas especiais de estudo e trabalho, trabalhem pelo mesmo número de horas que estudarem. Por exemplo, se fizer uma matrícula de no minimo 3 mêses, poderá trabalhar posteriormente por mais 3 mêses, sendo de no maximo de um ano a duração total do programa, 50% ingles e 50% trabalho remunerado ou estágio profissional, não remunerado, encaminhados pelas escolas e disponíveis em apenas algumas provìncias do Canadá.
Cidade e Costumes
Estudar numa grande metrópole ou numa cidade pequena, vai depender do gosto pessoal. Se você é do tipo familiar e prefere ambientes calmos, é melhor optar por cidades no interior, além disso o custo de vida é mais baixo e os costumes do país normalmente estão mais bem preservados. Mas se você não abre mão de certa badalação e adora sair à noite, deverá optar pelos centros urbanos como Nova York, Toronto, Londres, Dublin, Auckland, Sydney ou Paris, já que a chance de conhecer gente do mundo inteiro é maior.Ao viajar para outros países é inevitável encarar diferenças de cultura e costumes, muitas vezes um grande choque. Mas pense na experiência de vivenciá-las de forma aberta e flexível, sabendo que estes detalhes podem ser pontos positivos, podem se transformar numa fonte de prazer...mas o contrário também pode acontecer. Por isso, vale a dica: informe-se muito sobre a cultura e os costumes do país antes de escolhê-lo como o local dos seus sonhos.
Clima
Avaliar o clima do país e da cidade para o período do ano que você escolheu para encarar essa experiência, é essencial para que você não se arrependa depois. O inverno no Hemisfério Norte como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, costuma ser muito rigoroso, com temperaturas extremas que nós brasileiros não estamos acostumados. Nessas regiões as estações do ano são opostas às nossas, por isso se você é do tipo que odeia rajadas de vento e tem preguiça de sair da cama, evite escolher cidades de muito frio. Mas pense também no contrário, o verão em países tropicais como na África do Sul é tão (ou mais) quente que o nosso.
Acomodação
Outra coisa muito importante, escolher uma acomodação que esteja dentro do 'seu bolso', que lhe proporcione segurança, conforto (sem luxo) e refeições. Se você tem espírito para conviver com uma familia local, essa é uma opção adequada, sai mais barato e normalmente inclui refeições, um quarto só pra você e o convívio direto com a cultura local. E se não gostar...pode pedir na escola que mude para outro endereço. Ou se preferir algo mais informal e descontraído, existem opções de dormitórios estudantis, onde os quartos são individuais ou duplos e o convívio com estudantes estrangeiros acontece o tempo todo, mas nem todos oferecem refeições, o que as vezes acaba saindo um pouco mais caro.Muita informação é aquilo que você deve esperar que sua agência lhe ofereça. Mas vale também pesquisar por conta própria, para que imprevistos e arrependimento não sejam seus companheiros de viagem.Estágio no exterior: por que trabalhar fora do BrasilNum mercado de trabalho cada vez mais competitivo, "diferenciar-se" é a palavra chave para profissionais com visão num futuro globalizado, onde possuir boa formação acadêmica tornou-se mero requisito básico.A busca por profissionais qualificados é hoje a grande meta nas empresas. Estes profissionais devem adquirir qualificação através de fluência em, no mínimo um idioma, experiência profissional no exterior, cursos de aperfeiçoamento e especialização, capacitação em diferentes áreas e muito mais. Avaliação de títulos e certificados pode não ser eliminatória, mas pode garantir melhor classificação em concursos, diferenciais durante um processo de seleção e vantagens ao assumir um cargo.O jovem universitário deve começar a se preocupar em alcançar este status a partir dos 18 anos, pois existem vários tipos de programas de estágio profissionalizante no exterior, os quais permitem decidir, pela área de trabalho, local, duração, início e tipo de acomodação.Esta é a chance de se qualificar no exterior sem correr risco de tornar-se clandestino e ser deportado. Este tipo de trabalho temporário é legal em vários países e muitos ainda incentivam e abrem portas para trabalhadores especializados.A vantagem do candidato inscrever-se nos diferentes tipos de estágios ou trabalhos temporários remunerados é a facilidade e segurança de emissão da documentação, exigida pelos Consulados, para que sejam solicitados os vistos adequados para cada situação.
Bolsas de EstudoPara estudar lá fora
Que instituições procurar e o que você precisa fazer para concorrer a uma bolsa de pós-graduação no exterior.Estudar fora pode ser a peça que faltava para os seus planos de vida. Além da oportunidade de viver em outro país, quem estuda no exterior geralmente volta para o mercado brasileiro ultra-qualificado. Mas e quanto custa isso? Muito. No entanto, com um bom planejamento e uma boa bolsa de estudos, morar fora pode se tornar uma realidade mais tangível.

AULA DE PRONUNCIA INUSITADA!!!

YEAR: Deixar partir: ela teve que YEAR.
EYE: Interjeição de dor: EYE que dor de cabeça!
HIM: Órgão: Eye que dor no HIM!
CREAM: Roubar, matar, etc.: ele cometeu um CREAM.
PAINT: Objeto: me empresta o seu PAINT?
FAIL: Oposto de bonito: ele e FAIL.
RIVER: Pior que FAIL: ele é O RIVER.
TO SEE: Onomatopéia que representa tosse: Acho que vou TO SEE!
CAN'T: Oposto de frio: a água esta CAN'T.
MORNING: Nem CAN'T, nem frio: a água esta MORNING.
WINDOW: Usado em despedidas: Bom, já vou WINDOW!
HAIR: Marcha de carro: ele engatou a HAIR.
MAY GO: Pessoal dócil: ele e tão MAY GO.
YOU: Expressão de curiosidade: YOU seu irmão, como vai?

Se você achou interessante e conseguiu aprender desta forma, ótimo. Porque todos os métodos de aprendizagem são válidos desde quando você realmente possa adquirir conhecimento.

VERB TO BE

VERB TO BE - VERBO SER/ESTAR O verbo to be equivale aos verbos ser e estar, em português. É importante destacar que, na língua inglesa, não há uma distinção entre ser e estar. Para citar um exemplo histórico; uma vez um deputado brasileiro disse: “Eu não sou deputado, eu estou deputado”; em português sabemos que ele quis dizer que não será deputado sempre, pois depende de ser eleito novamente, mas para um falante de inglês é muito difícil de entender isso. A conjugação do verbo to be no presente do indicativo é:
Perceba que a terceira pessoa do singular (ele/ela) apresenta um pronome a mais: it, do que seu equivalente em português. It refere-se ao gênero neutro que normalmente é usado para representar seres inanimados, animais ou objetos. Em português, os gêneros feminino e masculino incluem indistintamente pessoas, animais e objetos. Note ainda, que a segunda pessoa do singular (you are) recebe o mesmo tratamento que a segunda pessoa do plural (you are). Desta forma o contexto da frase indicará o plural ou o singular.

Exemplos: I am a nurse (Eu sou uma enfermeira).

Mary is a nurse (Maria é uma enfermeira) = She is a nurse.

My dog is cute (Meu cachorro é fofinho) = It is cute.

Mary and her sister are teachers (Maria e a irmã dela são professoras) = They are teachers.

We are engineers in Brazil (Nós somos engenheiros no Brasil).


Ao usarmos o verbo to be na forma interrogativa, geralmente empregamos a ordem: “verbo + sujeito + complemento”.

Exemplos:

Are you hungry? (Você está com fome?).

Are they American? (Eles são americanos?).

Is he a singer? (Ele é um cantor?).

Is he the doctor? (É ele o médico?).

Am I late? (Eu estou atrasado?).

Is your dog tired? (O seu cachorro está cansado?).


Nas frases que estão na forma negativa aplica-se a ordem: “sujeito + verbo to be+ not + complemento”. Nas perguntas negativas com o verbo to be, utiliza-se: “verbo na forma contraída + sujeito + complemento” de acordo com a tabela abaixo:





Exemplos:
They are not right.(Eles não estão certos).
Paul is not tall. (Paulo não é alto).
I am not sad. (Eu não estou triste).
Lisa is not Japanese. (Lisa não é japonesa).
Aren’t you hungry? (Você não está com fome?).
Isn’t the teacher angry? (A professora não está nervosa?).
Isn’t your father a doctor? (Seu pai não é um médico?).

segunda-feira, 30 de março de 2009

THE ALPHABET

Alfabeto inglês e sua pronúncia, as letras são iguais ao do português mudando somente a pronúncia. Ouçam com atenção e divirtam-se!
Ótimo Aprendizado!!

video

HISTÓRIA DA LINGUA INGLESA


As estatísticas demonstram que há, aproximadamente, 300 milhões de falantes nativos, 300 milhões de pessoas que usam o inglês como segunda língua e, ainda, 100 milhões que a usam como língua estrangeira. É a língua oficial ou co-oficial em mais de 45 países, falada também extensivamente em países onde não tem "status oficial". Vamos analisar como nasceu a língua inglesa... Os estudos sobre o tema dividem a história da formação da língua inglesa em três períodos: Old English, Middle English e Modern English. A abordagem histórica enfoca os principais acontecimentos que repercutiram na formação lingüística, desde os primeiros povos habitantes da Europa na Idade do Bronze – os Celtas, por volta de 1000 a.C. -, a invasão romana - em 55 e 54 a.C. - até chegar propriamente no que se pode chamar de língua inglesa, após as primeiras incursões dos povos germânicos, prosseguindo com a conquista normanda até a padronização do inglês moderno.

O Old English também é chamado de "período anglo-saxão", que vai do ano 499 até o ano 1100 d.C. e compreende as invasões da Inglaterra por tribos germânicas, principalmente os anglos, os saxões e os jutos; e uma segunda onda de invasores: os vikings. O inglês falado neste período não era uma única língua, mas sim uma variedade de diferentes dialetos que eram línguas funcionais para descrever fatos concretos e atender as necessidades de comunicação diária. Se comparado ao inglês atual que conhecemos, é uma língua quase irreconhecível tanto na pronúncia quanto no vocabulário e na gramática.

No segundo período, o Middle English (entre 1100 e 1500 d.C.), em função da conquista da Inglaterra pelos normandos na Batalha de Hastings, em 1066, a língua inglesa sofreu uma grande influência do francês, que se tornou a língua da lei, da educação, da igreja, do governo civil e da organização militar, permanecendo assim durante 300 anos. A influência da cultura franco-normanda na nação anglo-saxônica resultou no enriquecimento do vocabulário, mas sem afetar a pronúncia ou a estrutura gramatical. A língua inglesa recuperou seu prestígio no final do século XV, influenciado tanto pelo sentimento nacionalista como pelo advento da imprensa - que divulgava o mesmo padrão lingüístico - e da literatura, principalmente de Geoffrey Chaucer, conhecido como "O Pai da Literatura Inglesa". Depois disso não foi mais registrada nenhuma mudança drástica, principalmente pelo fato de nunca mais a Inglaterra ter sido exposta a nenhuma invasão estrangeira, resultando no que chamamos de Modern English (1500), período de padronização e unificação da língua falada até hoje. A disponibilidade de materiais impressos deu impulso à educação, trazendo o alfabetismo ao alcance da classe média. No início deste período tivemos a impressionante contribuição de William Shakespeare para o enriquecimento da língua inglesa. Sua imensa obra é caracterizada pelo uso criativo do vocabulário então existente, bem como pela criação de palavras novas. A chegada dos primeiros imigrantes ingleses, em 1620, na América do Norte - período da colonização - marcou o início da presença da língua inglesa no Novo Mundo. Após a independência dos Estados Unidos, em 1776, o dialeto norte-americano já mostrava um vocabulário distinto em relação ao inglês da Inglaterra, em função da influência das culturas indígenas nativas e do espanhol das regiões colonizadas pela Espanha. No entanto, atualmente, as diferenças entre o inglês britânico e o norte-americano se caracterizam, basicamente, pela pronúncia, além de pequenas diferenças no vocabulário. E, mesmo havendo pequenas diferenças regionais, o inglês se tornou um idioma de comunicação internacional, econômica e culturalmente.

domingo, 29 de março de 2009

DICAS PARA FALAR INGLÊS

1. Muito Input Ouvir, ouvir, ouvir. Isso é fundamental. Da mesma forma como aconteceu nos primeiros anos de sua vida.

2. Primeiro a Floresta. Veja a floresta e não apenas a árvore. Dê menos importância às minúcias e às regras gramaticais (fundamentais para textos e literatura, mas não para adquirir fluência).

3. Dê Valor ao Ritmo. Focalize mais a “música” do que a “letra” ao ouvir pessoas falando inglês.

4. Mais Linguagem Corporal. Comece a observar as expressões faciais, os gestos, sem se preocupar com o significado de cada palavra.

5. Maximize o que sabe. Pare de pensar no que falta, no que você não sabe. A questão é valorizar o que sabe e administrar com tranqüilidade o que desconhece.

6. Mais Receptividade. Questione e analise menos, seja mais intuitivo, instintivo.

7. Relax. Tensão e ansiedade de aprender rapidamente acabam causando verdadeiros bloqueios. Dê tempo ao tempo.

SIGNIFICADOS DA PALAVRA "FUNNY"

Quando alguém diz a palavra FUNNY, o que vem na sua cabeça? Provavelmente o sentido de engraçado, certo?! Pois essa mesma palavra pode ter outro sentido além desse que nós já sabemos. Sempre é recomendado ter uma “mente aberta”, em relação aos significados diversos que uma palavra pode ter. Creio que isso serve para todos os idiomas!
Veja estas frases e tente descobrir qual outro significado pode ter a palavra funny.

“I don’t think I am going to work today, my stomach feels funny.”
“My phone disappeared. That’s funny because I was sure it was here!”
“I never liked him, he acts funny.”

Se você adivinhou que funny pode ser o mesmo que strange, meus parabéns!
Podendo ser tanto uma coisa quanto outra, o contexto é o que indica se funny quer dizer engraçado ou esquisito!

Take care!

DESEJOS DE UM AMOR

Amor, vem me tirar da rede
Amor, vem me tirar a sede
Amor, nem que seja das intrigas
Vem me tirar, vem me botar na vida
Amor, vem me tirar o cinto
Amor, vem me tirar a pele
Amor, nem que seja sem malícia
Vem me tirar, vem me fazer carícia
Vem me tirar às vezes pra dançar
Até me machucar, amor
Vem me botar na rede, reviver a sede
Vem me fazer aquele amor
Parceiro das delícias
Amor

(Geraldo Azevedo)

terça-feira, 17 de março de 2009

CONCEITO DE AMOR

Sentimento nobre e sublime que
Sobrepassa todo o entendimento do meu ser;
Que transborda e inunda o meu peito
Que me afaga quando estou dormindo...
Enfim, sinto o amor mas não o vejo....
A minha única esperança é,
Que o AMOR se instale
E como uma paixão avassaladora,
Não saia jamais do ninho que o esperava.
(Débora Menezes 19.04.2008)

domingo, 15 de março de 2009

BETTER THINGS TO DO


Why you can’t do
Ordinary things inReal world?
Learn to listen
Deep in your heart!
And forget everything
Recorded in the mind
Translating the soul.

Find you in the place
Replete of friends,
Imagination in your pen
End the situation ofNothing to do and start
Doing the letters
Still eternity……

(Catherina Sanders)